Banco do Brasil (BBAS3) fecha contrato bilionário com os Correios; entenda
O BB vai pagar R$ 2,3 bilhões para os Correios entregarem suas correspondências por 5 anos.
A notícia de que a Petrobras não iria distribuir dividendos extraordinários pegou a maioria dos investidores de surpresa. Diante disso, muitos questionaram se o mesmo aconteceria com o Banco do Brasil (BBAS3), que tem como maior sócio a União.
No mês passado, o conselho de administração do banco público votou e aprovou a distribuição de dividendos em 45%. Tarciana Medeiros, então, tentou tranquilizar os investidores, dizendo que a política aprovada será mantida.
"Foi aprovada pelo conselho de administração, que tem cinco representantes do acionista majoritário [União]. Ela já foi aprovada e será mantida", disse a executiva durante evento organizado pela Bloomberg, conforme informou a Folha de SP.
O Banco do Brasil sempre aparece nas listagens dos maiores pagadores de dividendos do país. Em 2023, a instituição financeira distribuiu 13,16% aos acionistas, equivalente a R$ 4,57 por ação.
Neste ano, a companhia já pagou R$ 2,3 bilhões em proventos, sendo R$ 630 milhões em dividendos e outros R$ 1,7 bilhão em JCP (Juros sobre Capital Próprio. O montante é referente aos resultados do quarto trimestre do ano passado, quando a empresa auferiu R$ 9,4 bilhões em lucro líquido.
O BB vai pagar R$ 2,3 bilhões para os Correios entregarem suas correspondências por 5 anos.
É o equivalente a um terço de todos os créditos previstos pelo governo para o Plano Safra.