O Bitcoin (BTC) chegou ao ponto que antecedeu as maiores altas da história; e agora?
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
As sete maiores empresas do mundo podem respirar aliviadas durante a tarde desta quarta-feira (9). Depois que Donald Trump decidiu suspender o tarifaço por 90 dias, as ações dessas companhias começaram a reagir nas bolsas de valores dos Estados Unidos.
Às 16h, o índice Nasdaq, que carrega as principais ações da bolsa, operava com alta de quase 10%. Já em NYSE, a performance era positiva em 6%, enquanto o S&P 500 crescia 8%.
Na comparação individual, a maior beneficiada no pregão desta quarta é a Tesla que avança 20% no pregão. Durante a manhã, sua cotação estava próxima de US$ 230, mas agora já negocia acima de US$ 260.
🐂 Leia mais: Wall Street tem maior alta desde 2020 com pausa tarifária; dólar cai para R$ 5,85
As Sete Magníficas tiveram as seguintes altas:
Ainda no campo da tecnologia, o Bitcoin (BTC) também reagiu à decisão de Trump, avançando de maneira forte nesta tarde. A principal criptomoeda do mercado subia quase 8%, retomando o patamar de US$ 82 mil perdido na semana passada.
O índice CoinDesk 20, que reúne os 20 maiores tokens digitais do mundo, avançava 11%, para 2.414 pontos. A melhor performance era da XRP (XRP) que acelerou 12% no intervalo de uma hora.
Entre as companhias brasileiras que negociam suas ações nos EUA, o destaque fica com o Nubank (NUBR34) que também apresenta forte variação positiva. O bando digital avançou 8,5% durante a tarde, para US$ 10,80.
Com o resultado, a fintech praticamente zera os prejuízos acumuladosnas últimas semanas, retomando ao mesmo patamar do começo de março. O valor de mercado do Nubank é de US$ 51,4 bilhões.
As ações da XP Investimentos (XPBR31) também apresentam panorama positivo em mais de 5%, para US$ 13,40. Já o Pagseguro (PAGS34) avança quase 10%, para US$ 8,35 em NYSE.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
A criptomoeda subiu 8,42%, enquanto o Ibovespa ficou no zero a zero e o dólar perdeu 4,4%.
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?