Americanas (AMER3) nega atrasos de pagamento aos credores
A empresa diz que as reclamações dos credores são antigas e já foram respondidas.
✅ A Americanas (AMER3) informou, nesta segunda-feira (18), que passou a contar com o apoio de credores quirografários titulares de cerca de 57% da dívida da empresa, excluindo créditos intercompany.
🔈 De acordo com o comunicado da Americanas, a companhia recebeu termos de adesão e apoio ao acordo de apoio à Reestruturação, Plano de Recuperação Judicial, Investimento e Outras Avenças subscritos pela BTG Pactual Asset Management DTVM S.A, em nome dos fundos por ela geridos, pelo Banco Safra S.A. e pela Oliveira Trust Distribuidora De Títulos e Valores Mobiliários S.A, na qualidade de agente fiduciário da 17ª emissão de debêntures da Americanas S.A.
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Com isso, a varejista assegurou, no que diz respeito à volume de créditos, o apoio necessário para aprovar seu plano de recuperação judicial na Assembleia Geral de Credores, marcada, em primeira convocação, para terça-feira (19).
"Para garantir a aprovação do PRJ em AGC, além da aprovação por maioria do volume de créditos, a Companhia precisa contar também com o voto favorável da maioria simples dos credores presentes na AGC, sendo que, para esse critério, cada credor tem direito a um voto no cômputo geral", informou a Americanas em comunicado.
A empresa diz que as reclamações dos credores são antigas e já foram respondidas.
A varejista reiterou que os R$ 25,3 bilhões referentes aos lançamentos indevidos e às fraudes contábeis já foram divulgados ao mercado.
Operação apura suposta manipulação de mercado e ocultação de dívidas ligadas ao escândalo contábil da varejista.
Varejista reduziu prejuízo no 1T26 e já recebeu parecer favorável do Ministério Público.
A venda integrou o desinvestimento da Natural da Terra, que foi adquirida pela Americanas em 2021 pelo montante de R$ 2,1 bilhões.
O pedido vem três anos após a empresa protagonizar um dos maiores casos de fraude da história do mercado de capitais brasileiro.
A varejista entrou em recuperação judicial em 2023 após a descoberta de uma fraude bilionária que abalou sua credibilidade.
A emissão foi formalizada por meio de escritura celebrada entre a companhia.
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