O Bitcoin (BTC) chegou ao ponto que antecedeu as maiores altas da história; e agora?
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
🚨 O Bitcoin (BTC) terminou outubro com uma queda de 3,93%, segundo dados do Crypto Rank, marcando o primeiro fechamento negativo para o mês desde 2018.
A correção derrubou o otimismo do mercado que historicamente vê outubro como um mês positivo para as criptomoedas, fenômeno apelidado de "Uptober".
Entre as principais moedas digitais, a maior queda do mês foi registrada pela Cardano (ADA), que despencou cerca de 28%, conforme levantamento do Coin Market Cap.
Do outro lado, o BNB (BNB) foi a única entre as grandes criptos a fechar o mês no azul, com alta de 3%.
Apesar de um início de mês promissor, com o BTC renovando máximas e sendo negociado acima de US$ 126 mil, o cenário macroeconômico global se deteriorou rapidamente.
A retomada da guerra comercial entre Estados Unidos e China, com uma nova rodada de tarifas impostas por Washington, pesou sobre o sentimento dos investidores e reduziu o apetite por ativos de risco.
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Além disso, o shutdown do governo norte-americano, que paralisou a divulgação de dados econômicos relevantes, contribuiu para aumentar a incerteza.
A falta de sinalizações claras sobre os rumos da política monetária nos EUA também afetou o desempenho do setor cripto.
Mesmo com o resultado negativo de outubro, analistas seguem otimistas com a perspectiva de recuperação até o fim de 2025, especialmente com o avanço de discussões sobre ETFs de bitcoin nos EUA e o cenário de halving previsto para o ano que vem.
📊 Vale lembrar que o chamado “Uptober” é mais uma narrativa de mercado do que uma garantia técnica, e oscilações como a registrada neste ano são comuns em ativos de alta volatilidade como o bitcoin.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
A criptomoeda subiu 8,42%, enquanto o Ibovespa ficou no zero a zero e o dólar perdeu 4,4%.
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
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