O Bitcoin (BTC) chegou ao ponto que antecedeu as maiores altas da história; e agora?
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin (BTC) retomou o título de melhor investimento do mês. Depois de afundar 11% em abril, a criptomoeda avançou 14,78% em maio e liderou os ganhos mensais. O mercado acionário brasileiro, por sua vez, ficou no vermelho.
📉 O mês de maio trouxe ganhos para 10 dos 13 ativos avaliados pelo CEO da Elos Ayta Consultoria, Einar Rivero. Os três únicos resultados negativos vieram do mercado de ações local: as small caps, o Ibovespa e o IDIV, o Índice de Dividendos da bolsa brasileira.
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Empresas com baixo valor de mercado da B3, as small caps perderam 3,38% e tiveram o pior desempenho do mês. Na sequência, vem o Ibovespa, que afundou 3,04% e terminou maio no menor patamar desde novembro de 2023.
Por outro lado, os mercados americanos seguem batendo recordes, impulsionado por empresas como Nvidia (NVDC34) e Inter&Co (INBR32). Por isso, o BDRx (índice de BDRs não-patrocinados da B3) avançou 7,32% em maio e garantiu o segundo melhor desempenho do mês.
Veja o ranking de investimentos de abril:
🪙 Depois de cair 11% em abril, o Bitcoin recuperou-se em maio e terminou o mês cotado a US$ 67,5 mil. A melhora reflete a retomada do fluxo positivo para os ETFs à vista de Bitcoin e dados melhores de inflação nos Estados Unidos, o que pode favorecer o corte dos juros americanos e elevar a procura por ativos de risco como as criptomoedas.
Além disso, havia a expectativa de que o Bitcoin voltasse a subir depois do halving, que cortou a emissão do token pela metade em 19 de abril. O evento também impulsionou a cotação da criptomoeda no início do ano. Por isso, o Bitcoin acumula uma alta de 72% em 2024 e também é o melhor investimento do ano, até agora.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
A criptomoeda subiu 8,42%, enquanto o Ibovespa ficou no zero a zero e o dólar perdeu 4,4%.
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
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