O Bitcoin (BTC) chegou ao ponto que antecedeu as maiores altas da história; e agora?
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
💲 O mercado financeiro de criptomoedas experimentou um aumento notável nesta quarta-feira (17), com o Bitcoin (BTC) registrando uma alta de 3%, refletindo um cenário positivo alimentado por entradas significativas em fundos de índice (ETFs) de criptomoedas nos Estados Unidos e o ambiente político atual do país.
Segundo dados da plataforma Farside Investors, na terça-feira (16), onze produtos financeiros captaram um total de US$ 422,5 milhões em entradas líquidas, marcando o maior volume desde o dia 5 de junho.
O grande destaque foi o ETF IBIT, da gestora BlackRock, que sozinho atraiu US$ 260 milhões, consolidando ainda mais sua posição como o maior produto do setor. Outro ETF notável, o FBTC da Fidelity, arrecadou US$ 61,1 milhões.
Desde a autorização para negociação concedida pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) na segunda semana de janeiro, esses fundos de índice acumularam um total de US$ 16,53 bilhões em entradas líquidas.
Esse influxo positivo nos ETFs teve um impacto direto no valor do Bitcoin, que agora está sendo negociado a US$ 65.288, representando um aumento de 3% nas últimas 24 horas e uma valorização acumulada de 11,6% na semana.
Além disso, eventos políticos recentes também contribuíram para essa valorização.
O atentado contra o ex-presidente Donald Trump, um conhecido defensor do setor de criptomoedas, juntamente com a escolha de J.D. Vance como seu vice-presidente, elevou as expectativas de um ambiente regulatório mais favorável para a indústria de criptomoedas nos Estados Unidos.
🗣️ “Donald Trump anunciou J.D. Vance como vice de chapa, um congressista defensor do Bitcoin. Caso seja eleito, cresce – mesmo que um pouco – a perspectiva de um ambiente mais favorável à indústria das criptomoedas no país”, afirmou Beto Fernandes, analista da Foxbit.
Outras criptomoedas também estão em alta nesta manhã. A Worldcoin (WLD), criada por Sam Altman, figura central da OpenAI e do ChatGPT, se destacou ao disparar 50% nas últimas 24 horas.
Essa valorização foi impulsionada pelo anúncio de desbloqueio das unidades do ativo para os apoiadores iniciais do token e para a equipe, um movimento que geralmente causa quedas, mas que, neste caso, repercutiu positivamente.
Com um cenário de entradas financeiras robustas e um ambiente político em transformação, o mercado de criptomoedas continua a mostrar sinais de fortalecimento e oportunidades para investidores atentos às dinâmicas do setor.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
A criptomoeda subiu 8,42%, enquanto o Ibovespa ficou no zero a zero e o dólar perdeu 4,4%.
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
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