O Bitcoin (BTC) chegou ao ponto que antecedeu as maiores altas da história; e agora?
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
💲 Na América Latina, os brasileiros são os maiores investidores de bitcoins, mostra estudo da corretora de criptomoedas Bitso. Em média, 60% do portfólio dos investidores de que tem criptomoedas está na mais valorizada do mercado.
O número está acima da média de países vizinhos, como Argentina (50%) e Colômbia (47%). No intervalo de dois meses, a proporção de bitcoins na carteira cresceu 2 pontos percentuais, ainda de acordo com o levantamento da Bitso.
O estudo mostra, no entanto, que a maior parte dos investidores (60%) não segue a indicação de diversificação de portfólio. Apenas 24% deles tem mais de 3 tipos de criptomoedas na carteira, enquanto no México a proporção chega a 39%.
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Quando observados os investidores em grupos, 75% dos compradores de criptomoedas são homens. Além disso, moradores de grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte são os principais usuários de criptos.
Na análise por faixa etária, quase metade dos que têm carteira de criptos está entre os 25 e 34 anos. A demografia do Brasil replica o visto nos outros países da pesquisa.
“A educação financeira sobre cripto continua a ser talvez o aspecto mais importante em toda a região: um maior e melhor conhecimento resultará em uma maior diversificação das carteiras de quem usa e possui criptomoedas. Outras áreas de oportunidade estão relacionadas à educação sobre DCA (Dollar Cost-Averaging), que, no trading, é definido como uma estratégia de investimento baseada em uma quantia de dinheiro recorrente para comprar um ativo específico e acumular quantidades a longo prazo. Também é a capacitação sobre conversões programadas”, diz os autores do estudo.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
A criptomoeda subiu 8,42%, enquanto o Ibovespa ficou no zero a zero e o dólar perdeu 4,4%.
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
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