O Bitcoin (BTC) chegou ao ponto que antecedeu as maiores altas da história; e agora?
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
Desde a última segunda-feira, o mercado de renda variável tem tido dias bastante movimentados ao redor do mundo. No campo das criptomoedas, o Bitcoin (BTC) superou a barreira dos US$ 100 mil na última quinta-feira (8).
💵 Por si só, o feito já é significativo, mas ganha outra relevância quanto visto a partir do valor de mercado. O principal token digital do mercado digital também avançou de forma significativa passando os US$ 2 trilhões em valuation.
Desta forma, o ativo assumiu o quinto lugar entre os ativos mais valiosos do mundo, superando marcas como Amazon e Google. Atualmente, apenas o ouro (US$ 22,4 tri), Microsoft (US$ 3,2 tri), Apple (US$ 2,9 tri) e Nvidia (US$ 2,8 tri) tem um valuation superior ao da criptomoeda, segundo o monitor Companies Market Cap.
O avanço do BTC começou no início da semana, mas se ampliou na última quarta (7), quando o Fed deixou inalterada a taxa de juros dos Estados Unidos. Houve ainda o anúncio do primeiro acordo comercial do país norte-americano com o Reino Unido, o que mexeu com os mercados globais, incluindo o Bitcoin.
🔮Leia mais: Em dia de Bitcoin nos US$ 100 mil, B3 anuncia futuros de Ethereum e Solana
Outro ativo que se valorizou de forma exponencial na semana foi o Ethereum (ETH), hoje o segundo token mais negociado do mundo. Neste caso, entre segunda e esta sexta, houve uma aceleração de 25%.
Antes do final de semana, o ativo era negociado por cerca de R$ 13 mil, a maior cotação em mais de um mês. No acumulado do ano, porém, o Ether ainda registra uma queda de 38%, segundo os monitores de criptomoedas.
Em termos de valor de mercado, ETH registra US$ 280,5 bilhões, ocupando a 39ª posição do ranking geral. Neste caso, a cripto supera o valuation de ativos como Samsung, prata e McDonalds.
Também nos últimos cinco dias, o índice CoinDesk 20, que reúne as 20 principais criptomoedas do mercado, acelerou 14%. Nesta sexta, o índice ficou acima dos 3 mil pontos, o maior patamar em dois meses.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
A criptomoeda subiu 8,42%, enquanto o Ibovespa ficou no zero a zero e o dólar perdeu 4,4%.
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?