O Bitcoin (BTC) chegou ao ponto que antecedeu as maiores altas da história; e agora?
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Ethereum (ETH) voltou a chamar a atenção dos entusiastas de criptomoedas nesta sexta-feira (8), já que seu preço unitário ultrapassou os US$ 4 mil pela primeira vez em 2025, patamar que não era visto desde dezembro do ano passado.
Durante o dia, o segundo criptoativo mais valioso do mundo, somente atrás do Bitcoin (BTC), era negociado ao redor de US$ 4.047,41, com valorização de +6% nas últimas 24 horas.
Segundo dados do Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em ETH há um ano, hoje você teria R$ 1.434,33. A simulação também aponta que o BTC teria retornado R$ 1.847,58 nas mesmas condições.
Apesar de só ter rompido neste início de agosto a barreira psicológica dos US$ 4 mil, não é de hoje que o Ethereum desperta o interesse dos investidores, sobretudo, das grandes fortunas em Wall Street.
Em julho, os analistas já ventilavam que o mercado de criptomoedas vivia a sua altseason, ou seja, o período em que as moedas virtuais mais alternativas e bem mais arriscadas que o Bitcoin costumam entregar lucros exponenciais, inclusive superando o desempenho do BTC.
Leia mais: Bitcoin (BTC) entrega 12% ao mês, enquanto Ibovespa tem pior saldo em 2025; veja como foi julho
Mesmo sendo a segunda maior cripto, o Ethereum teve um ciclo altista digno de altcoins especulativos no passado recente, chegando a se valorizar quase +100% em um intervalo de 90 dias, ao passo que o próprio Bitcoin beirou retorno de +40%, em apuração feita pelo Investidor10.
Para o BTG Pactual, esse rali altista do ETH em 2025 tem relação com os anúncios de aquisições por grandes tesourarias corporativas.
"Nas últimas semanas, a a SharpLink intensificou sua posição em Ethereum, adquirindo mais 83.561 ETH por cerca de US$ 303,7 milhões, elevando sua reserva corporativa total para mais de 521 mil unidades", destacam os analistas Lucas Josa, João Galhardo e Matheus Parizotto, em relatório.
Outro fator no radar dos entusiastas de criptomoedas são as apostas de quase 100% dos traders de que os juros nos Estados Unidos cairão na próxima decisão do Federal Reserve em meados de setembro, o que poderia direcionar bilhões de dólares para ativos de riscos no mercado financeiro.
Todavia, vale destacar que o Ethereum ainda segue com desconto de −17% em relação à sua máxima histórica de US$ 4.891,70 atingida no dia 16 de novembro de 2021.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
A criptomoeda subiu 8,42%, enquanto o Ibovespa ficou no zero a zero e o dólar perdeu 4,4%.
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
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