O Bitcoin (BTC) chegou ao ponto que antecedeu as maiores altas da história; e agora?
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
🏢 Após vários meses seguidos entre as piores (quando não, a pior classe de investimentos), os fundos imobiliários são os protagonistas vencedores em fevereiro de 2025, capitaneados pelo Ifix que teve ganhos de +3,34% no período, ao mesmo tempo, em que o Bitcoin (BTC) amargou queda de −16,98%.
Para Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, o desempenho dos principais ativos financeiros no Brasil e no exterior mostra um cenário de contrastes em 2025, que fica bastante evidente levantamento realizado por ele.
"Enquanto o Bitcoin amarga perdas expressivas no mês e no ano, a criptomoeda ainda se mantém como o investimento mais rentável dos últimos 12 meses. Já o Ibovespa, apesar de um início positivo em 2025, segue com desempenho negativo no acumulado anual e nos últimos 12 meses", afirma o consultor de investimentos.
📊 Nesta sexta-feira (28), o Bitcoin operava ligeiramente acima dos US$ 84 mil, por volta das 20h30 (horário de Brasília), acumulando queda de −0,8% nas últimas 24 horas. Na cotação mínima do dia, a criptomoeda chegou a valer US$ 78,2 mil, apagando quase todos os ganhos que obteve desde a vitória do presidente americano Donald Trump que o levou de volta à Casa Branca.
E o que foi dito pelo especialista sobre as ações brasileiras também se aplica bastante na narrativa dos fundos imobiliários, que nos últimos 12 meses acumula uma desvalorização de −6,64% no Ifix, inclusive superior à derrocada do Ibovespa no período (-5,65%).
Coincidentemente, investimentos de menor volatilidade, que inclui o próprio Ifix, tiveram os melhores desempenhos no mesmo, aponta o ranking da Elos Ayta, que destaca o ouro (+1,19%) e o CDI (+0,94%), que mais uma vez reafirma sua resiliência em tempos de incerteza.
Mas, será que o alívio dos fundos imobiliários é apenas passageiro? Segundo Rivero, é melhor calibrar as expectativas para 2025, já que "o desafio dos FIIs será de recuperar terreno e voltar a atrair o investidor diante do cenário macroeconômico ainda incerto".
➡️ Leia mais: Bitcoin (BTC) devolve quase todos os ganhos obtidos sob Trump, entenda
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
A criptomoeda subiu 8,42%, enquanto o Ibovespa ficou no zero a zero e o dólar perdeu 4,4%.
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
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