O Bitcoin (BTC) chegou ao ponto que antecedeu as maiores altas da história; e agora?
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
No próximo mês, acontece o halving do Bitcoin (BTC), uma operação que faz a quantidade de tokens disponíveis cair pela metade. À primeira vista, essa pode ser uma notícia ruim para os investidores, mas, pelo contrário, parte dos analistas espera pela valorização do ativo.
O halving acontece toda vez que 210 mil blocos de bitcoin são minerados ou a cada quatro anos, o que ocorrer primeiro. Não há uma data específica, já que o sistema é ativado automaticamente quando chega ao bloco de número 840.000.
Essa operação foi planejada com uma ferramenta monetária para manter o déficit de Bitcoin no mercado e neutralizar a inflação.
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"Eu acho que a redução pela metade é importante, mas é apenas um fator entre muitos que determina a ocorrência e o momento de um mercado em alta. Várias medidas de liquidez global, ondas HODL e outros catalisadores se combinam para desempenhar um papel maior”, comentou Lyn Alden, pesquisador de investimentos, ao portal Cointelegraph.
A casa de análises 10x Research projetou que o Bitcoin pode atingir o recorde de US$ 77 mil até o início de abril e alavancar para US$ 99 mil até maio. Parte da projeção para este resultado se sustenta nos outros halving de Bitcoin, como em fevereiro de 2017, em que a cripto provou uma alta acelerada no pré e pós-operação.
“Estou otimista pelos próximos dois anos devido a uma combinação de redução, expectativas de melhor liquidez global e o fato de que tantas moedas giraram para mãos fortes no mercado de baixa, e assim um aumento relativamente pequeno na demanda pode mover bastante o preço”, completou Lyn.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
A criptomoeda subiu 8,42%, enquanto o Ibovespa ficou no zero a zero e o dólar perdeu 4,4%.
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
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