Tesouro Reserva: Fizemos as contas e veja se supera Tesouro Selic ou CDB de liquidez diária
A principal vantagem do Tesouro Reserva é o seu vencimento em 10 anos, além de funcionar praticamente 24h por dia.
O Ibovespa fechou nesta sexta-feira (1º) aos 132.437,39 pontos, recuo de −0,48%, abrindo o mês de agosto já no vermelho. E falando de perdas, as ações do Banco do Brasil (BBAS3) acumulam desconto de quase −10% nesta semana. Já o índice derrapou −0,81% nos últimos cinco pregões.
Um relatório publicado pelo BTG Pactual aprofundou a análise sobre o que está acontecendo com o banco estatal, levando os analistas a cortarem o preço teto de BBAS3 de R$ 30 para R$ 24 por ação em um horizonte nos próximos 12 meses.
Outro assunto que deu o que falar hoje foi a falha técnica registrada pela B3 (B3SA3), a dona da bolsa de valores brasileira, que chegou a apresentar cotações desatualizadas. Vale (VALE3) era uma das poucas alegrias do dia, com as ações subindo quase +1%, com possibilidade de dividendos extraordinários.
Por sua vez, o dólar à vista terminou o dia valendo R$ 5,54, queda de −0,99%, com a moeda brasileira também aproveitando a fraqueza global do dólar. Na semana, a divisa americana cedeu −0,29%.
As ações americanas (stocks) tiveram um início de mês ainda mais negativo, com sinais de que a economia dos Estados Unidos está mais fraca do que se imaginava, juntamente aos impactos das tarifas comerciais de Donald Trump a diversos países.
O payroll, dado econômico mais importante do mundo, revelou que a criação de postos de trabalho nos EUA foi de apenas 73 mil vagas em julho, abaixo do saldo de 100 mil vagas esperadas por economistas. Com isso, as ações de bancos encabeçaram a correção em Wall Street, gigantes como JPMorgan Chase (JPM) e Bank of América (BAC).
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A principal vantagem do Tesouro Reserva é o seu vencimento em 10 anos, além de funcionar praticamente 24h por dia.
Saiba quais são os acionistas da estatal com direito a receber os juros sobre o capital próprio (JCP).
Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
Com uma queda de 53% na base anual, e o guidance revisado para baixo, o espaço para proventos extras desapareceu, segundo o CFO do banco.
Analistas alertam para aumento do risco de crédito e ações oscilam forte na B3.
Com ROE de 7,3% no período, o Banco do Brasil fica abaixo dos pares, pressionado pela inadimplência no setor agropecuário.
Somados aos R$ 400 milhões já pagos na última segunda-feira (11), o banco distribui R$ 866 milhões em proventos do 1T26.
O banco irá divulgar seus números do 1º trimestre de 2026 nesta quarta-feira (13).
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