O Bitcoin (BTC) chegou ao ponto que antecedeu as maiores altas da história; e agora?
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
🐋 Depois de passar quase 14 anos sem mexer na sua carteira, um dos primeiros investidores de Bitcoin (BTC) resolveu reaparecer.
Nas primeiras horas da última segunda-feira (15), uma baleia -apelido dado a quem detém grandes quantias de criptomoedas- movimentou 50 unidades de Bitcoin, equivalente a US$ 3,2 milhões (cerca de R$ 16,8 mi). A operação foi uma transferência para duas carteiras, segundo dados da ferramenta de análise de blockchain Lookonchain.
💆 Leia também: Goldman Sachs vê halving do Bitcoin (BTC) com cautela
O nome da baleia não foi revelado, mas se sabe que ele mantinha essa quantia na carteira desde abril de 2010. Essa data é apenas alguns meses depois que o BTC entrou no ar, valendo menos de um real.
Em 2023, outras carteiras consideradas “da era de Satoshi”, o criador da criptomoeda, movimentaram seus valores. O caso mais emblemático aconteceu em agosto do ano passado, quando o investidor enviou mais de 1 mil unidades de BTC, somando uma movimentação de US$ 29 bilhões.
Às vésperas do halving, o Bitcoin opera com alta de 5%, em R$ 331 mil, segundo os monitores de criptomoedas. O desempenho é negativo, porém, no acumulado da semana (-12%) e do mês (-7%).
O movimento de baixa está ligado a fatores internacionais, que levaram o setor de cripto abaixo no fim da semana passada. O ataque do Irã à Israel derrubou as criptomoedas em bloco, do mesmo modo que mexeu com outros investimentos de risco, como os contratos futuros.
As outras criptomoedas do mercado seguem a performance do Bitcoin, registrando altas nesta quinta-feira. Ethereum opera em 3,3% (R$ 16 mil), Binance Coin em 5,5% (R$ 2,8 mil) e Solana em 6% (R$ 723).
O valor de mercado das criptomoedas está em R$ 12,2 trilhões, subindo 4%, ainda segundo os monitores.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
A criptomoeda subiu 8,42%, enquanto o Ibovespa ficou no zero a zero e o dólar perdeu 4,4%.
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
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