Telefônica Brasil (VIVT3) incorpora empresa de cibersegurança
Operadora da marca de telefonia Vivo realiza reorganização societária e lista benefícios.
A Telefônica Brasil (VIVT3) informou, nesta sexta-feira (24), que fechou uma acordo com a Anatel para migração do regime de concessão para o regime de autorização na STFC (telefonia fixa). No entanto, a empresa ainda não divulgou os valores porque a proposta ainda precisa da autorização de alguns órgãos públicos.
📞 Segundo comunicado publicado pela empresa, tem como objetivo a adaptação do regime de concessão do STFC. Além disso, o acordo também garante que os processos administrativos sobre o caso, que estão em curso perante a Anatel, serão encerrados.
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"O acordo também implica a desistência do procedimento arbitral movido pela companhia contra a Anatel; a assunção de compromissos voltados ao interesse público a serem realizados no prazo de até 10 anos; e a garantia de manutenção do serviço de telefonia fixa em determinadas localidades até 2028", afirmou a empresa em nota.
📲 Vale lembrar que a Anatel exigia um pagamento de R$ 8,7 bilhões da Vivo para que a empresa migrasse para o regime de autorização, um valor equivalente a investimentos ao longo de 10 anos. Porém, a Vivo discordou da quantia e recorreu à arbitragem para obter um valor mais alto.
Operadora da marca de telefonia Vivo realiza reorganização societária e lista benefícios.
A operação não resultará em aumento de capital nem na emissão de novas ações.
Com desconto de 17,5% de IR na fonte, o valor líquido distribuído será de R$ 189,75 milhões, o que representa R$ 0,059 por ação.
Pagadoras de dividendos de peso, como Itaú (ITUB4) e Telefônica Brasil (VIVT3) estão no final calendário em maio de 2026.
Com a transação, a dona da Vivo assumiu 100% da FiBrasil, consolidando integralmente a subsidiária em sua estrutura societária.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia até o dia 27 de maio.
Companhia detalha calendário e critérios para devolução de recursos aos investidores.
A operadora lucrou R$ 1,26 bilhão no 1T26, alta de 19%, impulsionada por pós-pago, fibra e investimentos de R$ 2 bilhões em 5G.
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